Emmanuel Macron declarou que a “era da paz” na Europa acabou.
O presidente francês anunciou que a França vai aumentar seu arsenal nuclear (hoje estimado em 290 ogivas) e disse que Paris vai parar de divulgar números exatos por questão de segurança estratégica.
A mudança mais importante: Macron quer uma “dissuasão avançada”, ou seja, usar o poder nuclear francês para proteger também países vizinhos.
Um grupo de oito países (como Alemanha, Polônia e Reino Unido) aceitou participar de treinamentos e troca de inteligência. Na prática, aviões franceses prontos para combate poderiam usar bases em território aliado.
Macron deixou claro um ponto: a decisão final continua sendo só dele. O controle do arsenal segue exclusivamente francês.
Ele também afirmou que a Europa precisa resolver três fraquezas:
- melhorar radares e satélites para detectar mísseis;
- fortalecer defesa contra drones e aviões;
- ter mísseis capazes de alcançar longas distâncias.


